sábado, 12 de setembro de 2009

Parque Nacional de Setes Cidades / Piripiri-PI

Piauí é o estado litorâneo com a menor extensão de costa do Brasil, apenas 66 a 70Km, guarda belas surpresas em seu interior. Uma delas é o Parque Nacional de Sete Cidades, local que abriga formações rochosas de cerca de 190 milhões de anos e ricas inscrições rupestres.
O parque tem esse nome por causa dos diferentes grupos de rochas que, separados entre si parecem formar pequenas “cidades”. Cada uma delas tem suas cabeças de índio ou de Dom Pedro I, Tartaruga, Arco do Triunfo e o que mais sua imaginação possa “definir”.Cravado em 6.221 hectares no norte do Estado do Piauí, nos municípios de Piripiri e Piracuruca, o Parque Nacional das Sete Cidades é conhecido como um local encantado, paraíso de geógrafos, historiadores, ufólogos e amantes do turismo aventureiro com pitadas de mistérios. Já as pinturas rupestres apresentadas na unidade têm cerca de 6000 anos e são conhecidas internacionalmente.
A viagem rumo ao Circuito das sete cidades começa em seu pequeno centro de visitantes, onde encontrará informações sobre o parque e um guia para acompanhá-lo (é possível fazer o trajeto à pé ou de carro). O calor é intenso parece brotar de todos os lados, portanto muita água, protetor solar, roupa leve, calçado confortável e chapéu ou boné são indispensáveis. Nós estivemos por lá em outubro, em pleno período de seca (que ocorre de julho a dezembro). Apesar das caminhadas serem relativamente curtas de uma cidade a outra, sol e calor resultaram em apreciação e vertigem! De janeiro a junho as cachoeiras estão mais cheias e o clima mais ameno.
O cenário de pedras aguçou o imaginário popular, de escritores e de estudiosos estrangeiros que criaram certas teorias sobre o local.
E vamos às cidades imaginárias!
A visitação ao circuito das cidades não segue uma seqüência ordinal. A área aberta à visitação pública corresponde a cerca de 490 hectares, num percurso de 12 km. Abaixo alguns dos atrativos:


Primeira Cidade
Piscina dos Milagres - tem uma das nascentes do parque, que nunca deixou de jorrar, mesmo durante os anos mais difíceis de seca. Talvez daí o nome!
Pedra dos Canhões - parecem troncos de árvores petrificados.
Pedra da Gia - atrativo que lembra uma rã, com a boca aberta.
Banco de Praça, Pedra da Ema, da Cobra, Máquina de costura, entre outros também fazem parte da primeira cidade.


Segunda Cidade
Arco do Triunfo - apresenta forma que lembra o arco francês. É um dos pontos mais fotografados do parque.
Mirante - é o ponto mais alto do Sete Cidades, com 82m de altura. De lá é possível ter uma bela visão do parque.
Biblioteca – lembra um local com livros e papéis empilhados.
Pé do Gigante, Pedra do Falo, Soldado velho, Teatro de Arena, Morro das Oliveiras etc fazem parte deste circuito.


Terceira Cidade
Cabeça de Dom Pedro I – bastante fotografada lembra o perfil do rosto do imperador.
Três Reis Magos, Pedra do Beijo, do Segredo, do Pombo, Dedo de Deus, Cara do Diabo, Pedra de Nossa Senhora, Cavalo marinho etc estão na Terceira cidade; além do interessante Mapa do Brasil que “tem” até a divisão dos Estados.
Lá está também a Gruta do Estrangeiro, a maior do parque nacional.


Quarta Cidade
Também tem um Mapa do Brasil porém sem a divisão dos Estados (como na Terceira cidade). De um lado mostra o mapa do país e do outro o do Estado do Ceará.
Gruta do Catirina - onde morou José Catirina, o curandeiro das sete cidades, pinturas pré-históricas no Archete, Pedra Leão deitado, Cabeça de Águia , Dois Irmãos, Dois Lagartos etc estão neste circuito.


Quinta Cidade
Lá está a Pedra das Inscrições com belas pinturas pré-históricas, além da Furna do Índio, com inscrições que lembram rituais de caça. A Pedra do camelo, do Rei (de costas com seu manto e coroa) e da Casa do Guarda estão na quinta cidade imaginária.


Sexta Cidade
As pedras da Tartaruga (lembrando seu casco), do Elefante e do Cachorro são os destaques desta cidade.


Sétima Cidade
Acesso permitido somente com autorização do Ibama. Lá está uma reserva ecológica para preservação da fauna, flora e dos monumentos ricos em inscrições rupestres.
A gruta do Pajé tem muitas inscrições rupestres. Em cima dela há o Dragão Chinês. E... no meio da paisagem rochosa do sertão semi-árido, surgem cachoeiras, como a do Riachão, piscinas naturais e olhos-d`água, como o dos Milagres! Pode não ser a Atlântida, mas é um pedacinho interessante escondido no interior do Brasil!

Onde comer e ficar
Piripiri e Piracuruca possuem hotéis e pousadas simples.
Dentro do parque nacional há o Parque Hotel Sete Cidades que conta também com restaurante. O valor da diária para um casal é de R$ 64,00 (consultado em 30/11/05). Telef (86) 3223-3366/2423 e (86) 9973-9683.
O hotel oferece área de camping (R$ 10 por barraca).
Ao lado do parque há o Hotel Fazenda Sete Cidades que também tem restaurante e área de camping (R$ 10 por pessoa). O valor da diária para casal é de R$ 79,00 (consultado em 30/11/05).
Telefones: (86) 3232-3030/3996.

Serviços e telefones úteis
Rodoviária de Teresina – (86) 3218-1514.
Rodoviária de Piripiri – (86) 3276-2333.
Parq Nacional Sete Cidades – (86) 3343-1342. Abre diariamente das 8h às 17h.

Preços:Grupos de carro até 05 pessoas: R$ 15. Até 06 pessoas a pé: R$ 30. Até 06 pessoas de bike: R$ 20.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

VIDEO PROMOCIONAL TOUR 2009 LAURA PAUSINI


VIDEO PROMOCIONAL TOUR 2009 LAURA PAUSINI

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Caindo na Real


Filme produzido pelos alunos do 1º ano "C" do Colegio Atuação no ano de 2008, exigido pela disciplina de Geografia.
Parabéns pelo trabalho.

domingo, 6 de setembro de 2009

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Ilha de sujeira

Um redemoinho no meio do Oceano Pacífico concentra toneladas de plásticos levados por correntes marítimas.


Setembro 02, 2009 09:41 PM


Da Revista Sustenta


Entre as costas da Califórnia e do Havaí, destinos paradisíacos que atraem milhares de turistas por ano, há uma ilha pouco conhecida e ainda menos atraente. É a ilha de lixo do Pacífico, um aglomerado de detritos compostos 90% por plásticos acumulados durante mais de uma década em área maior do que os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Goiás juntos.


Neste redemoinho de toneladas de plástico coabitam e se misturam animais, plâncton, alimentos e lixo. Consequências disso são mariscos que se alojam em pequenas caixas de plásticos, águas-vivas enroladas em fios de nylon e até casos de anomalia biológica, como o da tartaruga que teve seu casco deformado porque cresceu com um anel de plástico em sua volta. Pesquisadores registram também inúmeras mortes de animais em decorrência à contaminação do lixo. De acordo com o Programa Ambiental da ONU, 46 mil peças de plástico – entre elas objetos como seringas, isqueiros e escovas – estão associados à morte de um milhão de aves e 100 mil mamíferos marinhos.


“Antes não havia plástico no mar, tudo era comida. Então os animais aprenderam a comer qualquer coisa que encontrassem pela frente. Podemos ver que eles tentaram comer isso [pedaço de embalagem], mas não conseguiram”, afirmou o capitão norte-americano Charles Moore, o primeiro que avistou a ilha de lixo, em entrevista ao programa televisivo Fantástico, da Rede Globo.


A explicação para o fato dos detritos ficarem aglomerados em um só lugar vem do fenômeno das correntes marítimas. O processo começa quando uma embalagem é jogada em uma praia da Califórnia, por exemplo, ou em rios que desembocam no oceano. As correntezas levam os dejetos, que podem se juntar ao lixo de grandes embarcações, ao Giro do Pacífico Norte, um ponto de convergência de correntes da Ásia e América do Norte. A sujeira fica “presa” porque lá o mar é calmo, os ventos são poucos e a pressão atmosférica é alta. Em caso de grandes tempestades, o lixo pode ser arrastado para alguma costa e poluir praias.


O redemoinho é objeto de estudo de expedições ambientais. O capitão Moore e sua equipe fizeram medições do lixo com amostras da “sopa de plástico”, como também foi apelidada a região. Até hoje, foi descoberto que 27% dos dejetos são sacolas de supermercado e que, entre os 670 peixes analisados, encontraram-se 1,4 mil fragmentos de plástico em seus organismos. “Gostaria que o mundo inteiro percebesse que o tipo de vida que estamos levando, isso de jogar tudo fora, usar tantos produtos descartáveis, está nos matando. Temos que mudar se quisermos sobreviver”, alerta o capitão.


A condenação de Moore não se refere apenas aos cidadãos de cidades litorâneas, mas também a organizações que usam a região deliberadamente como depósito de lixo. Segundo reportagem da revista IstoÉ, até mesmo pesquisadores da Nasa e de agências espaciais russas despejam resíduos de suas astronaves. Fragmentos da nave russa Progress M-59, por exemplo, foram carbonizados e caíram no local, como uma chuva de metal. Ao todo somaram uma tonelada de lixo.


Fiscalização


No final de julho, uma expedição de ambientalistas e cientistas batizada de Projeto Kasei partiu dos Estados Unidos em direção à ilha de lixo do Pacífico para analisar seu nível tóxico e a influência na vida marinha. O líder da expedição, Doug Woodring, declarou ao portal da rede inglesa BBC que o estudo pretende coletar amostras de plásticos sem espécies marinhas anexadas, o que será difícil. “Teremos que usar tecnologias diferentes, dependendo do volume de resíduos por quilômetro quadrado. Também contamos com redes de tamanhos diferentes”, explicou.


Woodring conta que o maior problema em relação à fiscalização da área é que ela está em águas internacionais e, portanto, sob nenhuma jurisdição. O descarte de resíduos no mar é proibido e passível de multa. Mas, uma vez boiando no oceano, a sujeira não tem dono. Mesmo que se saiba sua origem, não é possível responsabilizar os culpados. “Por isso nenhum governo ou instituição é pressionado para resolver este problema. É semelhante ao que acontece com o lixo espacial”, compara.



I GINCANA COLÉGIO ATUAÇÃO: OBJETIVOS DO MILENIO"Fazer o bem, sem olhar a quem"

Acontecerá no dia 13 de novembro de 2009, a I GINCANA COLÉGIO ATUAÇÃO: OBJETIVOS DO MILENIO"Fazer o bem, sem olhar a quem", com o intuito de fazer uma interação entre os alunos do ensino médio da escola.
 A gincana será interclasse, entre todos os alunos do ensino médio, onde o objetivo maior é arrecardar alimentos entre outras coisas para as familias carentes dos bairros mais pobres da cidade de Santa Inês-MA.
A gincana está inserida no projeto pedagógico da escola "Fazer o bem, sem olhar a quem" e entre os oito objetivos do milenio:
1. ACABAR COM A FOME E A MISÉRIA 
2. EDUCAÇÃO BÁSICA DE QUALIDADE PARA TODOS
3. IGUALDADE ENTRE SEXOS E VALORIZAÇÃO DA MULHER 
4. REDUZIR A MORTALIDADE INFANTIL
5. MELHORAR A SAÚDE DAS GESTANTES
6. COMBATER A AIDS, A MALÁRIA E OUTRAS DOENÇAS
7. QUALIDADE DE VIDA E RESPEITO AO MEIO AMBIENTE
8. TODO MUNDO TRABALHANDO PELO DESENVOLVIMENTO
Algumas provas os alunos terão que cumprir antes do dia 13 de novembro, como a arrecardação de alimentos, projeto sustentavel da escola, projeto viva leitura que consite na doação de livros infantis e gibis no "Festevial Literário", outro projeto do Colégio Atuação.
Esperamos que a Gincana e  Festival seja um sucesso.